Mostrar mensagens com a etiqueta fragmentos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta fragmentos. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

... gruas na paisagem

Imagem retirada da Internet




Excerto de texto para publicação na imprensa regional e, como é habitual também aqui, no blogue momentos







(...) Mas antes de me referir ao objeto da polémica, o voo da Delta sobre o qual escrevi em 26 de Maio de 2018, não posso deixar de me referir a um aspeto que, de alguma forma, nos dá a conhecer melhor este homem. Ao olhar para Lisboa, segundo o que se pode ler na entrevista ao Expresso, Robert Sherman terá perguntado, “De que é que acham que gosto mais nesta paisagem?”. E sem esperar por qualquer palpite do jornalista, respondeu, “As gruas.” Pois, a mim as gruas que rasgam o céu de Lisboa incomodam-me, gosto mais do Tejo e da luz única que ilumina as colinas da nossa capital.
Quanto às afirmações de Robert Sherman a propósito das medidas que, segundo o próprio, foram, ou estão a ser implementadas para mitigar os problemas sociais e económicos resultantes da alteração do paradigma de utilização da base das Lajes pelas forças armadas dos Estados Unidos, eu diria que não passam de um enunciado de boas intenções para consumo dos “Dez milhões…”. (...)

domingo, 9 de dezembro de 2018

... dos processos

Aníbal C. Pires by Madalena Pires (S. Miguel, 2017)




Excerto de texto para publicação na imprensa regional e, como é habitual também aqui, no blogue momentos






(...) O Governo Regional anunciou uma solução de reposicionamento ao longo de 6 anos, sem restrições orçamentais e com a possibilidade de diminuição do prazo de 6 anos em função das aposentações que se vierem a verificar. Sem dúvida esta é, não sendo justa pois o reposicionamento deveria ser imediato, a melhor das soluções encontradas, isto é, muito melhor que a do Governo da República e, substantivamente melhor que a da Região Autónoma da Madeira.
Por outro lado, os princípios defendidos pelo SPRA estão, pelo que é conhecido, consagrados na proposta anunciada por Vasco Cordeiro, ainda que não seja satisfeita a reivindicação dos 5 anos, mas que, contudo, pode vir a aproximar-se deste prazo dependendo da “aceleração” por via das aposentações que se vierem a verificar. Quanto ao SDPA e face à posição que tomou em sede de audição da Comissão dos Assuntos Sociais aquando da proposta apresentada pelo PSD, com o mesmo objeto, à qual deu o seu incondicional aval não vejo como poderá agora reivindicar o que quer que seja. (...)


quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

... das comparações

Aníbal Pires by Madalena Pires (S. Miguel, 2017)




Excerto de texto para publicação na imprensa regional e, como é habitual também aqui, no blogue momentos





(...) Nos Açores da autonomia sempre se olhou para a Madeira como mais afoita nas iniciativas do investimento público, e um segmento da sociedade açoriana, por vezes com uma pontinha de inveja, admirava a capacidade reivindicativa e empreendedora de João Jardim que, não tendo papas na língua, via as suas exigências junto de Lisboa satisfeitas ao passo que nos Açores as reivindicações não tinham a mesma força e, como tal, não seriam tão eficazes. O crescimento económico na Madeira era superior ao dos Açores e até na infraestruturação os ritmos nos Açores eram muito inferiores. 
Sem contestar que numa comparação onde não se tem em linha de conta alguns aspetos e indicadores, a Madeira evidenciava diferença significativas em relação aos Açores, porém, não posso deixar de dizer que discordo em absoluto dessa visão que dava como adquirido que isso se devia aos órgãos de governo e, em particular, ao Presidente do Governo regional da Madeira, o Dr. Alberto João Jardim. (...)

terça-feira, 27 de novembro de 2018

,,. do estado do Estado

Aníbal C. Pires by Madalena Pires (S. Miguel, 2017)




Excerto de texto para publicação na imprensa regional e, como é habitual também aqui, no blogue momentos






(...) Percebo que aos cidadãos pouco importe quem faz o quê, desde que os serviços se mantenham na proximidade e com qualidade. Já não percebo a inércia do Governo Regional ao não exigir que os serviços públicos da soberania estadual não mereçam, por parte de quem tem a competência, a devida atenção e investimento na Região. 
Outros casos existem, mas julgo que serão suficientes os exemplos da promessa, ainda não cumprida, da construção de um novo estabelecimento prisional para a Ilha de S. Miguel, ou a inércia do Estado face aos impactos ambientais causados pelo uso da Base das Lajes pelas forças armadas dos Estados Unidos. (...)

domingo, 25 de novembro de 2018

... do parlamento

Foto by Aníbal C. Pires





Excerto de texto para publicação na imprensa regional e, como é habitual também aqui, no blogue momentos






(...) Não tenho particular expetativa sobre algumas das alterações, existem sempre, que quer o PS, quer os grupos e representações parlamentares dos partidos da oposição venham a fazer aprovar, ou seja, a essência do Orçamento e do Plano para 2019 vai, naturalmente, manter-se. É o orçamento do Governo do PS que, com maior ou menor rigor, traduz o seu programa eleitoral, programa sufragado pelos eleitores. Porém, existe sempre a possibilidade de, em sede de Orçamento e Plano, e fazendo fé nas virtualidades do diálogo democrático que deve caraterizar a instituição parlamentar, os partidos da oposição consigam entendimentos e vejam algumas das suas propostas, também elas resultantes de programas eleitorais, ser aprovadas. E assim tem vindo a acontecer nem sempre com a extensão e profundidade desejável, tendo em consideração aquilo que, em minha opinião, são algumas medidas que poderiam provocar efeitos no rendimento de quem mais necessita, mas também na adoção de medidas que combatam a precariedade e criem mais emprego, desde logo no setor público, usando para o efeito os instrumentos já existentes e as competências autonómicas consagradas constitucionalmente. (...)

terça-feira, 13 de novembro de 2018

... das hipóteses

Foto by Aníbal C. Pires







Excerto de texto para publicação na imprensa regional e, como é habitual também aqui, no blogue momentos











(...) Mas se vier a acontecer o encerramento da Azores Airlines, cenário que não é de todo irreal não fosse uma empresa pública e já teria acontecido, o que perdemos e o que ganhamos. Os ganhos não os vislumbro e, não tenhamos qualquer espécie de ilusão de que só com a sua privatização se resolvem os atuais problemas da Azores Airlines, problemas que afetam todo o Grupo SATA. Com a sua privatização parcial, ou total, muito iria mudar, mas estou certo que as mudanças não nos agradariam ou, a manter-se o atual desenho operacional e de serviços prestados, apenas pela SATA, como seja o transporte de doentes, teria de ser o erário público a suportar. Logo os ganhos não seriam assim tão evidentes. (...)

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

... da (in)confidencialidade

Imagem retirada da Internet





Excerto de texto para publicação na imprensa regional e, como é habitual também aqui, no blogue momentos







(...) Não vou fazer juízos, também não vou procurar, nem responsabilizar este ou aquele partido político, este ou aquele deputado e, muito menos os serviços da ALRAA, pela divulgação de informação confidencial que foi facultada à Comissão Parlamentar de Inquérito. Lamento que isso tenha sucedido. Apenas isso.
Quanto ao conteúdo dos documentos que vieram a esvoaçar, por obra e graça do Divino, para a praça pública não tenho ainda nenhuma folha pousada na minha secretária, razão pela qual não estou habilitado a pronunciar-me sobre eles, mas não deixa de ser interessante que apenas um documento seja referido pois, ao que me foi dito, foram dois os documentos divulgados. O que me leva a crer que esta ação teve um claro e conveniente propósito político. (...)

terça-feira, 6 de novembro de 2018

... não é novo e ronda por aí

Imagem retirada da internet




Excerto de texto para publicação na imprensa regional e, como é habitual também aqui, no blogue momentos






(...) As fake news não são uma novidade que nos chegou do Brasil, elas coexistem, desde sempre, com a informação, mas terá sido com a campanha eleitoral, de 2016, para a eleição presidencial nos Estados Unidos que a sua prática se vulgarizou.
Mas a difusão de fake news não é uma novidade distante. Em Portugal, com outra dimensão, mas com eficácia, também há quem, de forma consciente e com objetivos bem definidos, as financie, produza e divulgue através das redes sociais e das plataformas de comunicação e informação que a internet nos proporciona, sendo que, por vezes a comunicação social as absorve e divulga conferindo-lhes uma veracidade que não têm. Por outro lado, a reposição da verdade mesmo que utilizando os mesmos suportes e espaços, virtuais, ou não, nunca desfaz a mistificação e, muito menos corrige os efeitos produzidos pela sua divulgação. (...)

terça-feira, 30 de outubro de 2018

... fonte de descrédito

Fonte da imagem (aqui)





Excerto de texto para publicação na imprensa regional e, como é habitual também aqui, no blogue momentos






(...) As forças partidárias de esquerda, com as conhecidas exceções, afastaram-se da sua matriz ideológica e capitularam às teses do mercado abrindo espaço ao neoliberalismo e à continuada demonização dos que se mantêm firmes na defesa da intervenção do Estado em setores estratégicos da economia, mas também nos setores sociais como sejam a saúde, a educação e a segurança social. 
Os resultados desta adesão às teses neoliberais do livre mercado, estão à vista. Pobreza, desemprego, concentração da riqueza, desigualdade, exclusão social. Estes e outros fatores promovem a marginalidade, a intolerância, o aumento da criminalidade, das dependências e, sobretudo, descontentamento e descrédito, mormente, entre as principais vítimas. Ou seja, os cidadãos deixam de acreditar, com razão, em projetos políticos que, não só perpetuam os seus problemas como lhes induzem falsas expetativas, mas que, sobretudo, aumenta o número de cidadãos que são empurrados para o limiar da pobreza e da exclusão. (...)

terça-feira, 16 de outubro de 2018

... estamos a chegar ao grau zero

A 310 CS-TGV (S. Miguel - foto by João Pires





Excerto de texto para publicação na imprensa regional e, como é habitual também aqui, no blogue momentos






(...) Teria ficado bem à Secretária Regional dos Transportes ter feito uma alusão à importância da frota dos A 310, foram estes aviões que permitiram a expansão da empresa, porque no dia em aconteceu o batismo do “Wonder/Sete Cidades, o “phase out” dos A 310 ficou concluído, mas também uma palavra de referência ao Comandante Carlos Moniz que antes da realização daquele que foi último voo A 310 CS-TGV (S. Miguel) brindou os convidados e os inúmeros populares com manobras de alta performance, uma descolagem, duas passagens baixas a alta velocidade e uma aterragem, até porque, também, o Comandante Carlos Moniz realizou, nesse dia, o seu último voo comercial. Mas que importância tem isso face à ação de propaganda do Governo Regional, digo eu que sou dado a sentimentalismos. Ou então, estaria Ana Cunha à espera que o Presidente do CA da SATA o fizesse. Se estava saíram-lhe defraudadas as expetativas pois, a ilustre figura não disse coisa com coisa. (...)

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

... da carência na TAP e na SATA

Foto by Aníbal C. Pires







Excerto de texto para publicação na imprensa regional e, como é habitual também aqui, no blogue momentos.









(...) As necessidades imediatas apontam para o recrutamento de 20 novos pilotos que tendo, ou não, qualificação (type rating), só estarão operacionais daqui a alguns meses, isto se a SATA Internacional/Azores Airlines ainda tiver alguma atratividade para captar o número de pilotos necessários para suprir a falta destes tripulantes. Vejam-se as dificuldades da TAP e procurem-se as razões para a recente saída de um grupo de pilotos da SATA Internacional que apesar do aliciamento de última hora, feito pela empresa, não voltaram atrás com a sua decisão. Se tomarmos em consideração estes e outros aspetos não será difícil inferir que a atratividade da SATA Internacional/Azores Airlines já não é o que era. (...)

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

... da aceitação

Imagem retirada da Internet




Excerto de texto para publicação na imprensa regional e, como é habitual também aqui, no blogue momentos.




(...) Quando tive conhecimento dos dados divulgados pelo MJ sobre as penas aplicadas aos agressores sexuais em Portugal, veja-se que neste caso não se trata apenas de assédio, mas de toda a gama de crimes de agressão sexual, não fiquei surpreendido pela leveza com que a justiça portuguesa penaliza estes crimes e, pensei cá para comigo, o Código Penal Português e quem o aplica refletem um pensamento, quiçá maioritário na sociedade, que se traduz na desculpabilização do agressor e, por conseguinte, na constatada impunidade que os dados do MJ, em minha opinião, vieram comprovar. (...)

terça-feira, 9 de outubro de 2018

... dos paradoxos


Imagem retirada da Internet




Excerto de texto para publicação na imprensa regional e, como é habitual também aqui, no blogue momentos.





(...) O crescimento eleitoral de personalidades e forças políticas ideologicamente próximas, ou mesmo assumidamente confessas da supremacia de um grupo humano sobre outros é, num olhar breve, inexplicável e levanta, desde logo, a questão, Será que não aprendemos nada com a história do Século XX. Mas se o olhar pousar sobre as raízes desse crescente apoio eleitoral, então talvez não seja assim tão difícil de entender, embora não deixe de ser paradoxal, pois esse apoio cresce entre as suas próprias vítimas, ou seja, as populações mais fragilizadas social e economicamente e, muitas vezes, desprovidas de direitos básicos, como por exemplo o direito ao trabalho. (...)

terça-feira, 2 de outubro de 2018

... da inutilidade

Foto by Aníbal C. Pires





Excerto de texto para publicação na imprensa regional e, como é habitual também aqui, no blogue momentos.






(...) Acresce ainda que as provas não são regionalizadas. Dir-me-ão, E muito bem se somos um país para quê provas diferentes. E eu dir-lhe-ei sem ter de discorrer sobre a defesa da autonomia regional, mas, mal ou bem, na Região a partir dos consulados do PS Açores foram introduzidas alterações curriculares e no modelo de avaliação no Ensino Básico, ou seja, para o melhor ou para o pior, existem diferenças entre a organização curricular do Ensino Básico na Região e a organização curricular nos Ensino Básico no território continental. Logo, não faz sentido que quer as provas quer a elencagem das “aprendizagens essenciais” chegue às escolas da Região com o timbre do Ministério da Educação, aliás esta prática começa a ser comum o que leva os educadores e professores a questionarem-se, cada vez mais, sobre a utilidade da Secretaria Regional da Educação. (...)

domingo, 30 de setembro de 2018

... da eleição do líder

Aníbal C. Pires by Madalena Pires (S. Miguel, 2017)




Excerto de texto para publicação na imprensa regional e, como é habitual também aqui, no blogue momentos.






(...) mais do que a personalidade que vai assegurar a liderança do PSD Açores, julgo que não será por muito tempo não por qualquer demérito do Alexandre Gaudêncio, mas pela natureza depredadora de lideranças que é intrínseca ao PSD, mas como dizia mais do que saber quem lidera interessa-me conhecer o seu projeto político, o projeto do PSD, não do líder, afinal o PSD já governou na Região e na República, alternando com o PS, e, como tal, tenho interesse em perceber o que vai mudar, se é que alguma coisa vai mudar. Aguardo pelo congresso do PSD Açores para, então sim, conhecer como os “sociais democratas” açorianos avaliam a atual situação política, social, cultural e económica da Região, a que se propõem para resolver as questões que identificarem e, sobretudo, o que os pode diferenciar do seu gémeo político sem “D”, o PS. (...)

terça-feira, 25 de setembro de 2018

... equívocos

Foto by Aníbal C. Pires




Excerto de texto para publicação na imprensa regional e, como é habitual também aqui, no blogue momentos.





(...) Nada disto é fruto do acaso, trata-se de uma clara e bem orquestrada opção ideológica que vai sendo aceite como boa, e até ganha apoios no seio da população que mais necessita de que os serviços públicos da Saúde e da Educação garantam serviços de qualidade. Não, não são só os desprovidos de recursos, é também e, quiçá sobretudo, a classe média que é quem paga os serviços públicos e depois tem de recorrer aos serviços privados, pagando-os ao preço de mercado se, entretanto, o seu sistema de saúde não tiver acordos com as entidades privadas, ou não tiver contratualizado e pago um seguro de saúde privado. (...)

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

... das opções da SATA

Foto by Aníbal C. Pires






Excerto de texto para publicação na imprensa regional e, como é habitual também aqui, no blogue momentos.







(...) No Grupo SATA, diga-se em abono da verdade, que nem a comunicação externa, nem a interna, atingem os seus objetivos. Mas, da necessidade de melhorar a circulação da informação interna, ou à necessidade de introduzir alterações à forma como o Grupo SATA comunica externamente, aspetos com os quais estou genericamente de acordo, até à decisão, pelo Conselho de Administração(CA) da SATA, de recrutar externamente um assessor de imprensa, que custará mais por ano do que o valor necessário para, por exemplo, regularizar grande parte da dívida a pequenos fornecedores, não me parece uma prioridade. (...)

terça-feira, 18 de setembro de 2018

... dos excedentes

Imagem retirada da Internet





Excerto de texto para publicação na imprensa regional e, como é habitual também aqui, no blogue momentos.







(...) Mas, é bom que tenhamos a ideia de que Portugal não tem de estender a mão à Comissão Europeia, os fundos estruturais não têm um carácter assistencialista e, sendo importantes, é bom que ganhemos consciência de que os sucessivos envelopes financeiros atribuídos a Portugal não compensaram, nem compensam, os prejuízos que resultaram das políticas comuns. Associada a esta questão está uma outra que não é de somenos importância; a Alemanha tem vindo, ao longo de vários anos a registar o maior excedente comercial do Mundo, mas pelo contrário as economias periféricas da zona euro atravessaram e atravessam graves desequilíbrios nas sua balanças comerciais. Afinal para onde vão os benefícios deste modelo de construção europeia. Quem paga a quem. (...)

domingo, 16 de setembro de 2018

... dos compromissos

O "PECA" que nunca chegou





Excerto de texto a publicar na imprensa regional e, também, no blogue momentos.





(...) Quanto ao segundo pilar, “Reforçar a Coesão”, apresenta alguns aspetos novos, desde logo, um princípio que tenho vindo defender, A coesão desenvolve-se no potencial endógeno de cada uma das nossas ilhas e na complementaridade entre elas, e não na replicação modelos uniformes. Mas é este o pilar que melhor evidencia a ineficácia da ação política e governativa do PS Açores, parece que nada foi feito para resolver questões que há muito estão equacionadas como, por exemplo, as questões demográficas (desertificação e envelhecimento) e, ainda e sempre as acessibilidades e a mobilidade (transportes: terrestres, marítimos e aéreos, e, os custos que lhe estão associados). (...)

terça-feira, 11 de setembro de 2018

... da memória coletiva

Imagem retirada da Internet





Excerto de texto a publicar na imprensa regional e, também, no blogue momentos.






(...) Ao que nos é dado constatar esta não é a efeméride que merece a atenção da comunicação social do “mainstream”. Se os cidadãos pretenderem obter alguma informação sobre o 11 de Setembro de 1973 no Chile terão de procurar nos canais de informação do “underground”. O que para os cidadãos menos atentos acaba por ser incompreensível pois, trata-se, quer num caso quer no outro, da nossa história recente. E é legítimo perguntar que raio de critérios editoriais são este que promovem um e escondem outro ato de terror. Sim porque, quer num caso quer noutro foi de terrorismo que se tratou. (...)