sábado, 6 de agosto de 2016
Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal
A Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal tem vindo desde 2011, a desenvolver um trabalho baseado em novos repertórios de compositores nacionais. Em 2014 foi desafiada para, em conjunto com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, levar a palco repertório de António Pinho Vargas. Para a ocasião foram feitos novos arranjos dos temas deste compositor por músicos da Orquestra, nomeadamente Tomás Pimentel, Luís Cunha, Óscar Graça e César Cardoso. Em 2015 apresentou-se no teatro S. Luiz com o repertório de António Pinho Vargas, que pretende editar em disco no final de 2016.
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
O Cinema na FESTA - CineAvante
A 2, 3 e 4 de Setembro acontece mais uma vez, A Festa já vai na 40.ª edição e este ano promete mais espaço, mais liberdade, mais cultura, mais FESTA
O Cinema está, como habitualmente, na FESTA, É o CineAvante, confiram a programação e fiquem com este promo de um dos filmes
É no local habitual ao qual se acrescentou mais espaço. Como mais uma vez não posso ir vou acompanhando e divulgando pelo sítio da FESTA.
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
Uma mulher - a abrir Agosto
Não sei a identidade desta mulher, não a procurei, nem esse facto acrescentaria muito mais a esta publicação dedicada às mulheres, à sua força e beleza.
A imagem fala por si, Lindas são as mulheres que lutam.
domingo, 24 de julho de 2016
O Teatro na Festa - AvanTeatro
A 2, 3 e 4 de Setembro acontece mais uma vez, A Festa já vai na 40.ª edição e este ano promete mais espaço, mais liberdade, mais cultura, mais FESTA
O teatro está como habitualmente na FESTA, É o Avanteatro, confiram a programação e fiquem com este promo de um dos espetáculos
É no local habitual ao qual se acrescentou mais espaço. Como mais uma vez não posso ir vou acompanhando e divulgando pelo sítio da FESTA.
terça-feira, 12 de julho de 2016
Top Five de Junho
Estas foram as 5 publicações mais lidas, neste blogue, durante o mês de Junho de 2016
1.º Da exposição "Tocar o Mundo" 10
2.ª Cortar o mal pela raíz
3.º Súbitas preocupações
4.º ... de cócoras ou de cabeça levantada
5.º Midsummer - o Solstício de Verão na Suécia
60 anos e muita vontade de viver
Nunca, como ontem, me senti assim. Assim, crescido, adulto, maduro e feliz com isso. Foi dia de mais um aniversário, não um aniversário qualquer foi dia do sexagésimo. Os amigos felicitaram-me como sexagenário, sexogenário e sexacelente e, Gostei. Gostei da forma como o fizeram, com amizade e com humor.
Uma estranha, mas prazerosa, sensação invadiu-me, nunca tal me tinha acontecido. Os anos passaram por mim sem que isso representasse o que quer que fosse, apenas mais uma data e um dia igual a outros, tantos outros. Mas ontem foi diferente, pela primeira vez senti que este dia, este e não outro até agora, foi um dia importante para mim, pelo que já vivi, pelo que quero viver, pelo que sonhei e concretizei, pelo sonho que me faz caminhar pela vida e por todos os projetos que quero realizar.
Aníbal C. Pires, Horta 12 de Julho de 2016
Uma estranha, mas prazerosa, sensação invadiu-me, nunca tal me tinha acontecido. Os anos passaram por mim sem que isso representasse o que quer que fosse, apenas mais uma data e um dia igual a outros, tantos outros. Mas ontem foi diferente, pela primeira vez senti que este dia, este e não outro até agora, foi um dia importante para mim, pelo que já vivi, pelo que quero viver, pelo que sonhei e concretizei, pelo sonho que me faz caminhar pela vida e por todos os projetos que quero realizar.
Aníbal C. Pires, Horta 12 de Julho de 2016
domingo, 3 de julho de 2016
Mulheres do Mundo - a abrir Julho
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| Myanmar |
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| Brasil - Amazónia |
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| Etiópia |
Um tributo à beleza de mulheres e em particular às mais lindas de todas as mulheres, As que lutam.
A diversidade cultural é a beleza do Mundo
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| Chile |
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| Irão |
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| Estados Unidos |
Hoje o destaque vai para a simplicidade das mulheres que por esse Mundo fora mantêm a beleza intrínseca de apenas serem mulheres, São mulheres do povo, são mulheres do Mundo.
quarta-feira, 15 de junho de 2016
Cortar o mal pela raíz
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| Imagem retirada da internet |
Se os órgãos de governo próprio da Região não podem alhear-se da profunda crise que se abate sobre o setor do leite, sendo igualmente verdade que também o Governo da República deve encontrar medidas de apoio ao setor, em boa verdade a solução tem de ser encontrada junto de quem criou o problema, ou seja, a Comissão Europeia. Quero com isto dizer que não podemos, nem devemos, regionalizar ou nacionalizar a solução, neste caso os prejuízos, para a grave crise que este importante setor da economia regional atravessa pois, isso seria dar prosseguimento à vontade de Bruxelas e à continuada subserviência portuguesa a tudo o que emana da sacrossanta União Europeia.
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| Imagem retirada da internet |
Regressando ao debate que resultou da interpelação regimental e aos problemas que atingem a agropecuária nos Açores ficou claro que a disponibilidade do PS, do PSD e do CDS/PP para que a solução seja encontrada onde o problema foi criado, a disponibilidade do centrão e do seu apêndice é, como habitualmente e no que concerne às políticas da União Europeia, Nenhuma.
Um País soberano e uma Região Autónoma, com estatuto de Região Ultraperiférica, vergam-se assim às imposições do diretório neoliberal que impera na Comissão Europeia. Dizem-me que estamos num beco sem saída, pois bem mas todos os becos, ao contrário do que se costuma dizer, têm uma saída, A entrada.
Horta, 14 de Junho de 2016
Aníbal C. Pires, In Diário Insular e Açores 9, 15 de Junho de 2016
terça-feira, 14 de junho de 2016
... de cócoras ou de cabeça levantada
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| Imagem retirada da Internet |
(...) Quero com isto dizer que não podemos, nem devemos, regionalizar ou nacionalizar a solução, neste caso os prejuízos, para a grave crise que este importante setor da economia regional atravessa pois, isso seria dar prosseguimento à vontade de Bruxelas e à continuada subserviência portuguesa a tudo o que emana da sacrossanta União Europeia. (...)
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Súbitas preocupações
Há preocupações que emergem sem nada que as explique, ou melhor sem que nada se tenha alterado a não ser o inexorável avanço no calendário da legislatura e a ansiedade que se instala de forma crescente nas hostes que pululam, de costas curvadas, à volta do poder instalado ou de uma virtual alternância, Ansiedade que se agudiza nos períodos que antecedem os vereditos populares pois, desse veredito depende a manutenção de um lugar à sombra do atual poder, ou da hipótese, meramente académica, de que o poder possa vir a mudar de cor. Entre a uniformidade do rosa ou do laranja, venha o Diabo e escolha. E é essa a experiência vivenciada nos Açores, a não ser na legislatura 1996 a 2000 onde o Sol brilhou e a democracia funcionou, pois os restantes 36 anos da nossa história autonómica foram de poder absoluto e, como sabemos, o poder absoluto não convive bem com a democracia.
O visível e súbito interesse e preocupação sobre a educação e a saúde, como direitos inalienáveis, ou sobre a crise na fileira do leite e da carne, nas pescas e no setor transformador como setores estruturantes da economia regional, só encontra justificação porque este ano é ano de eleições regionais. Outubro de 2016 determina as agendas políticas de todos os partidos e coligações, não excluo a CDU, mas existem diferenças quer nas abordagens políticas e eleitorais, quer na prestação de contas pelo trabalho realizado, e são essas diferenças que devem ser, ou deveriam ser, objeto de uma rigorosa avaliação pelos eleitores. Nem sempre assim é pois, o pão e o circo e a alineação servida pelo acessório, pela inverdade e pela imagem construída pelo marketing eleitoral interferem de forma decisiva nas escolhas eleitorais. Mas como dizia, este repentino interesse, de alguns, sobre questões que a todos nos preocupa deve ser questionado, Porquê agora. E, sobretudo, que responsabilidades tem cada um, dos que agora colocam como preocupações centrais do seu discurso político a educação, a saúde, o setor produtivo e transformador. O que fizeram, que propostas alternativas apresentaram, como votaram, como executaram. Estas são algumas das perguntas que devem ser feitas aos agora preocupados com uma situação da qual foram e são, por inércia ou concordância, ao longo de 40 anos, diretamente responsáveis.
O que é que pode mudar. Nada, Dirão os mais céticos, os descrédulos e os incrédulos, mas também os serventuários do poder e do virtual alternante ao poder. Mas pode mudar. Assim o entendam os eleitores, é deles, dos eleitores, que depende a mudança. Mudou no País em Outubro de 2015, não tanto como seria desejável, mas mudou.
O que é que podemos mudar. Tudo, desde logo, alterar o quadro parlamentar atual retirando a maioria absoluta ao atual poder e qualquer veleidade à direita de poder influenciar a política regional. Como é isso possível. Votando à esquerda e na rutura com as políticas de direita.
Aos eleitores cabe a responsabilidade de escolher. Escolher entre o absolutismo desta maioria que criou uma teia de dependências, uma maioria que promove o assistencialismo ao invés de garantir direitos, uma maioria que se esqueceu da coesão regional e centraliza investimento público, ou escolher um parlamento plural e sem maiorias absolutas, é disso que se trata. Um parlamento cujas opções políticas valorizem cada um e todos os açorianos, um parlamento cujas opções se fundem no desenvolvimento harmonioso, um parlamento que contrarie a ideia instalada de inevitabilidade promovida pela teologia dos mercados, um parlamento que possa optar por um modelo económico ao serviço das pessoas. As opções económicas só são importantes se promoverem o bem-estar dos cidadãos e a sua dignidade, Se incluírem e não excluírem.
Horta, 12 de Junho de 2016
Aníbal C. Pires, In Jornal Diário e Azores Digital, 13 de Junho de 2016
O visível e súbito interesse e preocupação sobre a educação e a saúde, como direitos inalienáveis, ou sobre a crise na fileira do leite e da carne, nas pescas e no setor transformador como setores estruturantes da economia regional, só encontra justificação porque este ano é ano de eleições regionais. Outubro de 2016 determina as agendas políticas de todos os partidos e coligações, não excluo a CDU, mas existem diferenças quer nas abordagens políticas e eleitorais, quer na prestação de contas pelo trabalho realizado, e são essas diferenças que devem ser, ou deveriam ser, objeto de uma rigorosa avaliação pelos eleitores. Nem sempre assim é pois, o pão e o circo e a alineação servida pelo acessório, pela inverdade e pela imagem construída pelo marketing eleitoral interferem de forma decisiva nas escolhas eleitorais. Mas como dizia, este repentino interesse, de alguns, sobre questões que a todos nos preocupa deve ser questionado, Porquê agora. E, sobretudo, que responsabilidades tem cada um, dos que agora colocam como preocupações centrais do seu discurso político a educação, a saúde, o setor produtivo e transformador. O que fizeram, que propostas alternativas apresentaram, como votaram, como executaram. Estas são algumas das perguntas que devem ser feitas aos agora preocupados com uma situação da qual foram e são, por inércia ou concordância, ao longo de 40 anos, diretamente responsáveis.
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| Foto - Aníbal C. Pires |
O que é que podemos mudar. Tudo, desde logo, alterar o quadro parlamentar atual retirando a maioria absoluta ao atual poder e qualquer veleidade à direita de poder influenciar a política regional. Como é isso possível. Votando à esquerda e na rutura com as políticas de direita.
Aos eleitores cabe a responsabilidade de escolher. Escolher entre o absolutismo desta maioria que criou uma teia de dependências, uma maioria que promove o assistencialismo ao invés de garantir direitos, uma maioria que se esqueceu da coesão regional e centraliza investimento público, ou escolher um parlamento plural e sem maiorias absolutas, é disso que se trata. Um parlamento cujas opções políticas valorizem cada um e todos os açorianos, um parlamento cujas opções se fundem no desenvolvimento harmonioso, um parlamento que contrarie a ideia instalada de inevitabilidade promovida pela teologia dos mercados, um parlamento que possa optar por um modelo económico ao serviço das pessoas. As opções económicas só são importantes se promoverem o bem-estar dos cidadãos e a sua dignidade, Se incluírem e não excluírem.
Horta, 12 de Junho de 2016
Aníbal C. Pires, In Jornal Diário e Azores Digital, 13 de Junho de 2016
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