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| imagem retirada da internet |
Hanan Awwad escreve a partir de um lugar onde a palavra é casa provisória e resistência silenciosa. Na sua escrita, a Palestina não surge como abstração política, mas como corpo ferido, memória perseverante, gesto quotidiano de sobrevivência. Cada frase carrega a gravidade da perda e, ao mesmo tempo, a recusa em desaparecer.
A sua voz é contida e firme, sem concessões. Escreve para permanecer, para contrariar a tentativa de apagamento, para lembrar que a literatura pode ser uma forma de respirar sob ocupação e de lutar, mesmo na noite mais escura, a dignidade humana.
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