"(…) Menos conhecidos..., são os nomes das mulheres que ficaram para a história do feminismo antifascista português, como Maria Lamas, que foi presa, torturada e viu-se obrigada a exilar-se; ou as ‘Três Marias’, julgadas pela obra censurada ‘Novas Cartas Portuguesas’"
Muito menos sabemos da luta de mulheres militantes comunistas como Conceição Matos, Fernanda Tomás ou mesmo Catarina Eufémia, sendo que atividade clandestina de Eufémia acabou quando foi assassinada numa greve em que ceifeiras reivindicavam melhores condições de trabalho (Samara, 2021). Pouco destaque se dá a mulheres como Maria Custódia Chibante, torturada nas prisões do fascismo, Isabel Aboim Inglês, Julieta Gandra, entre as 1755 mulheres que estiveram nas cadeias do fascismo português (Cova e Costa Pinto, 1997). Compreende-se, então, que o papel subalterno das mulheres nas sociedades traduz-se (também) na subalternização das suas conquistas e lutas – desde a escala à relevância. (...)"
Este excerto foi retirado do sítio "ORBIS" e o artigo completo pode ser acedido aqui
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