sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Sérgio Godinho & Jorge Palma - os Artistas da FESTA


Oh pra eles! Junto e ao vivo na FESTA.
Ainda que ao longo das suas carreiras se tenham cruzado inúmeras vezes, Sérgio Godinho e Jorge Palma reunem-se para um espectáculo especial concebido em conjunto. Junta-os a música, a estrada, os palcos, o público e a vontade de escrever, cada um a seu jeito, cada um com tanto jeito, a liberdade.


quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Desporto - uma Festa dentro da FESTA


É uma festa, mais uma, dentro da Festa do Avante! – o desporto.
É-o pelas mais de 15 mil pessoas que vêm praticar desporto na Festa, em 32 provas e exibições de mais de 30 modalidades; também pelas mais de 300 colectividades e associações envolvidas na organização desta rica actividade desportiva; por fim, pelos milhares de visitantes que deixam aqui os seus aplausos e o seu esforço, levando em troca experiências únicas e imagens de proezas criadas com dedicação, arte, engenho e muita amizade.

Danças Ocultas - os Artistas da FESTA


Na FESTA vai estar o que de melhor se faz em Portugal.

Danças Ocultas surgiu em 1989, da vontade de Artur Fernandes, Filipe Cal, Filipe Ricardo e Francisco Miguel de desenvolverem as aptidões da execução da concertina, afastando-a do folclore tradicional e fazendo para ela uma música nova: depois do primeiro disco, de 1996, veio um tempo aventuroso, menos ingénuo e com mais engenho, que resultou do convívio alargado, das progressões em palco, das primeiras viagens e colaborações. «Amplitude» é o seu mais recente trabalho, editado este ano e que podem ouvir e ver no vídeo abaixo.


terça-feira, 23 de agosto de 2016

Los de Abajo - os Artistas da FESTA





Oriundos da Cidade do México, a banda Los de Abajo funde os ritmos da América do Sul com o ska, rock e o punk. Em 1998, David Byrne, membro fundador dos Talking Heads, contratou, produziu e editou o seu primeiro álbum: «Los de Abajo», uma «rampa de lançamento» para as actuações que tiveram lugar na Europa, Canadá, EUA, Singapura, Japão, Emirados Árabes Unidos, Nova Zelândia e Austrália. Com o seu segundo álbum, «Cybertropic Chilango Power», conquistaram o BBC Wordd Music Award. Na sua discografia constam ainda dos trabalhos «Latin Ská Force», «LDA V The Lunatics», «Complete & Live», «Actitud Calle» e «Mariachi Beat»




segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Sinfonietta de Lisboa - os Artistas da FESTA


A FESTA tem música para todos os gostos.
O concerto de abertura que este ano vai marcar o 40.º aniversário da FESTA do AVANTE tem um programa (que podem ver aqui) diversificado e excelentes músicos e cantores líricos.

Pelo 75.º aniversário da SATA


Foto - Aníbal C. Pires
A SATA está a comemorar 75 anos de existência. Pela sua importância para a Região Autónoma dos Açores só posso estar satisfeito e endereçar os meus parabéns a todos quantos fazem desta empresa pública regional, um ativo e um instrumento estratégico a unir todas as ilhas açorianas e o Mundo aos Açores.
A SATA, designadamente a Internacional, agora Azores Airlines, foi até há pouco tempo alvo de um processo político por parte do representante do acionista, o Governo Regional, que tinha como estratégia a demonstração da sua inutilidade. Na agenda do Governo Regional chegou a colocar-se a hipótese de a reduzir ao mínimo julgado necessário. Essa estratégia acentuou-se a partir de 2012 e terá levado à saída de António Gomes de Menezes da Presidência do Conselho de Administração.

Foto - Aníbal C. Pires
Com Luís Parreirão na presidência do Grupo SATA essa estratégia acentuou-se e a comprová-lo as falidas opções constantes do Plano Estratégico, ou Business Plan – 2015/2020, em boa hora corrigidas pelo atual Presidente do Conselho de Administração, o Eng. Paulo Meneses, que pela sua intervenção, mas, certamente fruto de uma inflexão na estratégia do Governo Regional, veio recentemente a público anunciar um novo paradigma para a Azores Airlines. Um novo modelo que merece, em traços gerais, aprovação. Julgo que se poderia e devia ir mais longe, não só aproveitando toda a capacidade instalada no Grupo, mas, sobretudo, na procura de soluções adequadas ao serviço que presta nas suas ligações a Lisboa, designadamente, a partir (e achegar) das ilhas do Pico e do Faial. Soluções existem. Soluções mais fiáveis, soluções mais económicas e, apenas a difícil situação financeira podem justificar que não se façam essas opções que poderiam por fim às irregularidades e intermitências operacionais que se verificam, em particular na ilha do Faial.

Foto - Aníbal C. Pires

Mas estamos em dia de aniversário e, como tal, um dia de formular votos de longevidade e de sucesso a esta empresa pública regional e a todos os seus trabalhadores que em terra e no ar unem este povo disperso pelas ilhas, unem este povo disperso pelo Mundo.

sábado, 20 de agosto de 2016

S. Jorge a perder

Foto - Aníbal C. Pires
Para alguns o aumento de 19 para 20 deputados pelo círculo eleitoral de S. Miguel corresponde ao aumento das possibilidades de eleger diretamente por este círculo eleitoral, para mim é mais um indicador da falência das políticas de coesão dos Governos do PS Açores.

A alteração verificada na distribuição de deputados pelos círculos eleitorais de ilha, menos 1 em S. Jorge (elegia 4 passa a eleger 3) e mais 1 em S. Miguel (elegia 19 passa a eleger 20) está diretamente relacionada com o n.º de eleitores e estes com o n.º de residentes, embora existam profundas distorções, entre uns e outros, devido ao automatismo de recenseamento que decorre do Cartão de Cidadão, facto que não coloca em causa o que afirmei no fim do parágrafo anterior.

A desertificação de S. Jorge e o aumento da população em S. Miguel, aumento que não decorre diretamente do saldo natural, é um exemplo paradigmático que decorre de investimentos públicos concentracionistas que provocam assimetrias no desenvolvimento regional e têm como resultado a diminuição da população, em concelhos e ilhas da Região. Populações que procuram, dentro ou fora da Região, outros destinos onde possa ter uma vida digna.

Foto - Aníbal C. Pires








Agora foi S. Jorge em 2020 outra ilha será.
É isto que queremos para a Região.










Aníbal Pires, Ponta Delgada, 20 de Agosto de 2016

Ana Moura - Os artistas da FESTA


A Ana Moura vai à FESTA
Com Ana Moura, o fado meneia entre tradição e actualidade, namorando às claras o melhor que a música popular tem produzido. Ao vivo, o timbre sensual, grave, é elevado pela forte presença da cantora, que despertou as atenções de reconhecidos ícones do espectáculo, de Maria da Fé aos Rolling Stones e a Prince, e que foi já aplaudida em muito ambicionados palcos do mundo.




Esteve na Festa com o seu primeiro disco, «Guarda-me a vida na mão», e voltou em vésperas de lançar o «Desfado», assumido como momento de viragem. Agora é «Moura».

Ferro Gaita - Os Artistas da FESTA


Os Ferro Gaita, grupo fundado em 1996, descobriram na gaita, no ferro, na bateria e na viola baixo, novos caminhos para o funaná.
Em 1997, depois de terem participado no Festival Gambôa, esta formação gravou em Roterdão, Holanda, o seu primeiro CD, intitulado «Fundu baxu», que, nesse ano, foi o mais vendido em Cabo Verde e nas comunidades cabo-verdianas. Para dar continuidade musical ao grupo, os Ferro Gaita procederam à criação de uma escola de música tradicional, retirando, assim, crianças carenciadas da rua.



Um espetáculo a não perder na FESTA.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Sobre “A Vida no Campo” de Joel Neto

Foto - Aníbal C. Pires
Aqui há tempos o Joel brindou-nos com o “Arquipélago”, Gostei e afirmei-o publicamente numa pequena publicação que fiz neste blogue (sim, cliquem AQUI).
“A Vida no Campo” não é um romance, nem sequer um livro de contos, diria eu que, como não sou expert nestas coisas da literatura, ou gosto ou não gosto. “A Vida no Campo” reúne assim como uma espécie de crónicas da ruralidade (re)descoberta por quem um dia foi ao encontro das oportunidades que a cidade tem para oferecer. Não uma cidade qualquer, foi para uma cidade única e fascinante para a maioria dos portugueses, mas também de muitos estrangeiros que procuram a luz única de Lisboa e tudo o que as vielas dos bairros populares que descem pelas colinas ou, as avenidas novas desenhadas pela modernidade têm para oferecer a quem por ali vive, trabalha ou simplesmente está de visita.
Na “Vida no Campo” as estórias sucedem-se ao ritmo do calendário, ora mergulhando nas memórias, ora relatando o quotidiano do lugar dos “Dois Caminhos” e as idas a Angra, sempre questionando e induzindo à reflexão do leitor. E o leitor sente-se parte, reconhece-se e pergunta-se se valerá a pena, quando tudo pode ser tão mais simples, sem ser simplista. Quando tudo pode ser melhor, muito melhor do que vaguear entre tantas outras personagens construídas pela vida na cidade. Personagens urbanas despojadas de humanidade e tantas vezes, despojadas da própria urbanidade que lhe devia ser intrínseca.
Costuma dizer-se que o bom filho a casa volta, o Joel em boa hora regressou à vida no campo.

Aníbal C. Pires, Ponta Delgada, 16 de Agosto de 2016