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sábado, 2 de maio de 2020

notas soltas - 1.º de Maio de 2020

Imagem retirada da internet
Abril e Maio não! Mas então e as condições que têm sido disponibilizadas para quem utiliza os transportes públicos nas deslocações para ir trabalhar. E as condições de trabalho de todos quantos, pelas caraterísticas da sua profissão, não puderam ficar em casa.

Nas redes sociais, em particular no Facebook, existem muitas publicações cujos autores se insurgiram contra as comemorações do 1.º de Maio da CGTP. Todos têm direito à opinião, foi por esse e outros direitos que a luta organizada na oposição à ditadura que oprimiu os portugueses lutou durante a longa noite fascista, o direito não está em causa.
O que me preocupa é a estupidificação reinante. Os mesmos cidadãos que hoje se insurgiram contra as celebrações do 1.º de Maio, são os mesmos que se insurgiram contra as celebrações do 25 de Abril na Assembleia da República.
Quer uma celebração quer outra pautaram pelo cumprimento das regras, escrupulosamente cumpridas, emanadas da Direção Geral de Saúde, o que me leva a crer que a insurgência tem mais a ver com o que as datas significam do que preocupações sanitárias e de saúde pública.

Imagem retirada da internet
Hipocrisia é o que se pode dizer de alguns líderes partidários, deputados e lacaios dos partidos (PS, PSD e CDS) que votaram o Decreto Presidencial do Estado de Emergência que vigora até hoje e que já previa a realização das comemorações do 1.º de Maio. Ou não leram, ou pretendem fazer da população uma mole imensa de imbecis que, por não se informarem, regurgitam de forma acéfala as palavras de quem sempre esteve (e está) contra os trabalhadores, o 25 de Abril e o 1.º de Maio.

Para reforçar esta premissa direi que, os mesmos cidadãos, que opinaram veementemente contra as celebrações do 25 de Abril e do 1.º de Maio, não disseram uma palavra que fosse perante a supressão de alguns transportes públicos (diminuição da frequência) o que teve como efeito a impossibilidade de cumprir a regra básica do distanciamento social. Ou ainda, não demonstraram nenhuma preocupação pelos milhares e milhares de trabalhadores que continuaram a ter de trabalhar para assegurar um mínimo de bem-estar e segurança a quem,
por iniciativa própria ou por ter um trabalho adequado para o teletrabalho não pode ficar em casa confinado. E não me refiro apenas aos trabalhadores do serviço público de saúde refiro-me a todos os que diariamente saem de suas casas para ir trabalhar.
Estes cidadãos que se insurgem contra Abril e Maio são os mesmos cidadãos que perante os lay-off, as férias forçadas, os despedimentos por conta da pandemia, a diminuição de rendimentos dos trabalhadores, não têm uma palavra, uma que seja, a dizer
A estupidificação a que ao longo de décadas temos sido sujeitos, pela cultura dominante, vai produzindo os seus efeitos. Um deles tem-se evidenciado ao longo destes últimos dias e que se manifesta pela incapacidade de discernir entre factos e opiniões, ou seja, na regurgitação acéfala de opiniões. Opiniões que são tudo menos inócuas e visam os inimigos de sempre.



Não tenhamos ilusões. Quem promove os ataques ao 25 de Abril, ao 1.º de Maio e a quem não abdica da luta em defesa de quem trabalha, quem promove esses ataques tem um objetivo. Objetivo que não é a defesa da saúde pública, nem se preocupa com o cumprimento das regras sanitárias que estão instituídas pela Direção Geral de Saúde. A finalidade é retirar voz e espaço quem luta pelos direitos de quem trabalha.


terça-feira, 24 de março de 2020

Como evitar as fake news

Tenho, por dever de cidadania, evitado saídas à rua. Quando saio procuro fazê-lo a horas e locais onde não há, ou pressuponho que não haja, grande concentração e circulação de pessoas e dentro do quadro que legalmente está em vigor. Pelo mesmo motivo, dever de cidadania, tenho-me escusado a produzir e difundir escritos de opinião.

Desde o início desta “crise”, é assim que vou continuar a designar a propagação do covid19 e os seus efeitos sociais, culturais, políticos e económicos, apenas vim a terreiro com uma publicação no meu blogue que depois difundi nas plataformas digitais, erradamente designadas por sociais. E fi-lo por entender que a generalidade das medidas tomadas pelo Governo Regional e a atuação da Autoridade Regional de Saúde mereciam, e continuam a merecer, o meu apoio.

Hoje, e face a uma notícia que circulou nas redes digitais, entendi ser meu dever escrever e partilhar umas notas sobre a forma como se está a travar esta luta no plano da comunicação.
Não da comunicação institucional, embora sinta que devo deixar uma nota de agrado pela excelência da comunicação institucional que emana da Autoridade Regional de Saúde, pela voz do Diretor Regional.

Mas, como dizia, não é sobre a comunicação institucional as notas que vos deixo por aqui, é sobre a informação difundida pelos órgãos de comunicação social, ditos de referência, e também pela informação que é partilhada nas plataformas digitais. Infelizmente nem uma nem outra obedecem a critérios básicos de confirmação nas fontes, já não digo na fonte primária, mas ao menos exigia-se algum esforço para confirmar a veracidade da informação, ao menos isso.

Uma estação de televisão, Não, não é essa, passou uma notícia sobre incidentes em Londres e as pessoas preocuparam-se por que os conflitos foram relacionados com a “crise” do covid19. Nesse mesmo dia verificou-se que as imagens difundidas afinal remontam a 2011 e os conflitos, naturalmente, tiveram outras causas. Era falsa a notícia e não, não havia necessidade.

Li algures por aí, e como eu terão lido muitos outros cidadãos por esse Mundo fora que os Estados Unidos já tinham uma vacina para o covid19, e, tendo sido ministrada tinha curado um doente. Bem, tanto quanto sei as vacinas previnem, Não curam. Por outro lado, os protocolos científicos para que uma vacina seja posta à disposição demoram o seu tempo, mesmo sabendo que, um pouco por todo o Mundo, se está a fazer um enorme esforço para que a vacina, ou vacinas, possam estar concebidas e testadas seria, digo eu, impossível ter a vacina disponível em tão curto espaço de tempo. Também esta notícia, como já se sabe, foi desmentida.

A notícia de hoje era a de uma morte, a primeira, nos Açores devido ao covid19. Foi um tal partilhar nas plataformas digitais que até doía. Pouco tempo depois a informação institucional veio desmentir. Não, ainda não morreu ninguém nos Açores devido ao covid19. Este tipo de atitude para além de gerar ondas de medo que em nada contribuem para a sanidade mental dos cidadãos obrigou a Autoridade Regional de Saúde a um esforço suplementar para vir a público desmentir a notícia, numa altura em que a sua atenção, tempo e recursos não podem, nem devem ser gastos a corrigir os erros comunicacionais de terceiros.

Se algumas destas notícias, as das plataformas digitais, são difundidas de forma ingénua, Sim não tenho dúvidas. Se algumas são difundidas porque obedecem a agendas ideológicas, também não me restam dúvidas. Cabe-nos a nós cidadãos fazer a verificação e não ampliar a sua difusão.

Quanto aos chamados órgãos de comunicação social, ditos, de referência é bom que não tenhamos ilusões eles são veículos e instrumentos da difusão ideológica dos seus proprietários, logo pouco confiáveis.


A informação é elaborada, mesmo que factual, para se dirigir às crendices e emoções dos cidadãos. A sua grande penetração fica a dever-se ao sucesso da estupidificação a que todos temos sido sujeitos ao longo das últimas décadas.

Só há uma forma de combater esta moldagem das consciências e da vontade. Adquirir conhecimento. Só o conhecimento nos pode libertar.

Enfim! Haja saúde que a paciência está a esgotar-se.

Aníbal C. Pires, Ponta Delgada, 24 de Março de 2020

segunda-feira, 16 de março de 2020

Notas soltas sobre a RAA e o surto de covid19

Vasco Cordeiro



“(…) E é bem sabido que os medos só existem por neles acreditarmos. (…)”

João Pedro Porto, in Fruta do Chão, Letras Lavadas, 2018



Tenho acompanhado, enquanto cidadão mas também como dirigente do PCP Açores, os desenvolvimentos do surto epidémico com origem no covid19. Da mesma forma tenho seguido com a atenção que o assunto merece as medidas que no Mundo, no País e na Região têm vindo a ser tomadas para conter a propagação do vírus e, sobre os quais não vou fazer nenhum juízo de valor.
Quero, contudo, deixar algumas notas que me parecem ser, no momento, indispensáveis.

O Presidente do Governo Regional tem vindo a tomar as medidas que, a cada momento, se afiguram necessárias para proteger os interesses do Povo açoriano. Decisões que não são fáceis, decisões que não dependem apenas das suas competências, mas que Vasco Cordeiro tem vindo a tomar e, como tal, não posso deixar de apoiar todo o seu esforço para, sem introduzir ruído alarmista, tentar mitigar os efeitos desta, chamemos-lhe, crise.


Uma outra nota relaciona-se com a inconsciência que prolifera nas redes sociais quando verificamos que alguns cidadãos com responsabilidades acrescidas na vida regional, seja pela sua profissão, seja pela influência que decorre do seu ativismo cívico e pela sua formação, reproduzem notícias falsas (imagens, vídeos, áudios) sem verificarem as fontes. Ou emitindo opinião pouco sustentada, porque ancorada nas crenças e nas emoções e não no conhecimento e saber científico ligado à presente realidade. É lamentável verificar que alguns cidadãos mais não fazem do que induzir o medo. Medo que em última instância pode levar ao pânico generalizado. Alguma contenção e rigor talvez fosse aconselhável.

Por fim fica esta nota que julgo ser importante para se perceber a relevância dos órgãos de governo próprio, mas sobretudo dos instrumentos que tem à sua disposição. As medidas tomadas hoje pelo Governo Regional e anunciadas por Vasco Cordeiro só são possíveis em virtude do capital do Grupo SATA e das suas empresas serem exclusivamente públicas.
A TAP e a Ryanair vão continuar as ligações do exterior com a ilha Terceira e, sobre isso Vasco Cordeiro nada pode fazer. Não, e não é Lisboa, é Bruxelas. Ou melhor, Lisboa também porque se submete, de cócoras, a Bruxelas e ao mercado. Bruxelas e o mercado do qual algumas vozes, que agora se levantam contra a insuficiência das medidas tomadas na Região e no País, tanto gostam e que indefetivelmente defendem, Ou defendiam. Depois da “crise” se verá.

Foto Aníbal C. Pires

Vasco Cordeiro porque é o representante do acionista único no Grupo SATA deu instruções às empresas para não efetuarem voos. Vasco Cordeiro ordenou ao Grupo SATA que suspendesse parte dos contratos de concessão de obrigações de serviço público. Mais não pode fazer.

É bom que nos lembremos que ter “Sol na eira e chuva no nabal” não é possível. E sim, isto é política, como aliás, tudo na vida.

Ponta Delgada, 16 de Março de 2020

sábado, 1 de junho de 2019

votar não é tudo,,, mas não votar é pior







A abstenção legitima os resultados eleitorais, mas legitima também as políticas e os políticos que os abstencionistas tanto criticam.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

A voz! Voz de quem!?






André Bradford foi eleito sem votos dos açorianos, ou seja, os 17 494 votos dos eleitores dos Açores na candidatura do PS, nenhum deles, foi necessário para a sua eleição, nem sequer para a eleição do último dos eleitos da candidatura do PS.



Não, não é verdade.
André Bradford não vai ser a voz de todos os açorianos no Parlamento Europeu.

Não, não é por ser o André Bradford.
É por ser o PS.




André Bradford, à semelhança dos deputados eleitos na candidatura do PS vai ser a voz submissa, mais uma, ao diretório político dominado pela oligarquia financeira que influencia as decisões na União Europeia.
Tal como todos os deputados portugueses eleitos pelas candidaturas do PS, do PSD e do CDS. Tal como sempre aconteceu.
Nada de novo.

domingo, 31 de março de 2019

em breve

foto Aníbal C. Pires (Ponta Delgada, 30 de Março de 2019)


Esta amálgama de esboços que reúnem um conjunto de elementos aos quais se poderão, ou não, juntar outros é o que se poderá designar como primeira fase de um processo criativo.
A Ana Rita Afonso está a preparar trabalho para nos encantar.
Ficamos a aguardar.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

não é mais uma, É uma livraria

imagem retirada da internet
Lá para a segunda quinzena de Março abre em Ponta Delgada uma nova livraria. Dirão os mais distraídos, Mais uma. Eu direi que não é apenas mais uma pois, espaços para os livros e para o encontro dos leitores com os autores, os editores e quem os divulga, nunca serão a mais.

A Letras Lavadas Livraria & Edições anuncia-se como um espaço multifacetado e situa-se no centro histórico da cidade de Ponta Delgada. Mas não é só, a nova livraria está ligada a uma chancela editorial, a “Letras Lavadas” e à “Nova Gráfica”. Quer a editora quer a gráfica são sinónimo de qualidade. Qualidade reconhecida a nível nacional.

Imagem retirada da internet

Sim, É a minha editora. Mas não é pelos afetos ou interesse material que deixo este registo. Faço-o tão-somente pelo reconhecimento do trabalho e afirmação de uma empresa regional no contexto nacional, mas também pelo devido respeito ao homem que tem sido o mentor deste projeto, o Senhor Ernesto Resendes.

Aníbal C. Pires, Ponta Delgada, 26 de Fevereiro de 2019

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Não é fácil dizer, Não – do arquivo “Os Porquês?". Programa da SMTV.

Aníbal C. Pires by Madalena Pires (S. Miguel, 2017)








Hoje foi para a antena a segunda participação no programa “Os Porquês?”, na SMTV.












quinta-feira, 1 de novembro de 2018

A importância do tempo - do arquivo "Os Porquês?" Programa da SMTV

Aníbal C. Pires by Madalena Pires (S. Miguel, 2018)








Ontem foi para a antena a minha primeira participação no programa “Os Porquês?, na SMTV.











Nesta primeira edição dou conta, de forma sintética, de uma questão a que nem sempre damos valor, O Tempo. Não a meteorologia, como está bom de ver, embora também por esse ponto de vista haja muito que dizer até, ou quiçá, sobretudo, pelas alterações que se têm vindo a verificar no clima, as suas causas e a influência nos fenómenos meteorológicos. Mas não é desse tempo que se trata, mas sim do tempo da nossa existência, da sua finitude e da utilização que lhe damos.
Semanalmente irei disponibilizar, aqui no blogue, os vídeos da minha participação neste programa da SMTV.

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

.... dos afetos e da cultura

Créditos Câmara Municipal da Lagoa
No passado dia 20, a convite do Gabinete do Secretário Regional Adjunto para as Relações Externas, apresentei e moderei um encontro literário, no Centro cultural da Caloura.
Foi um encontro entre Vamberto Freitas e Lélia Nunes que o promotor designou por: Conversa à volta das letras - Açores e Santa Catarina: aproximações literárias. Este encontro contou com a presença do Secretário Regional Rui Bettencourt e teve como anfitrião o Prof. Tomaz Borba Vieira.

Ficam alguns fragmentos da apresentação que fiz deste encontro literário.


Sobre o local e o anfitrião

Créditos Teresa Viveiros
(…) A realização deste evento cultural no Centro Cultural da Caloura, espaço multifuncional implantado numa zona rural com caraterísticas favoráveis à produção agrícola, podemos ainda observar o que resta dos antigos pomares e dos vinhedos, cria uma ambiência de exceção para quem visita o Centro Cultural da Caloura.


Tomaz Borba Vieira (Imagem retirada da Internet)
Mas é o simbolismo associado à descentralização que quero deixar registado e, não posso deixar de dirigir uma palavra de apreço e reconhecimento ao Prof. Tomaz Borba Vieira, por toda a sua dedicação e empenhamento para que este projeto cultural aqui tivesse sido implantado. 
Obrigado Senhor Prof. Tomaz Borba Vieira. (…)


Sobre Vamberto Freitas

Vamberto Freitas (Imagem retirada da Internet)
(…) O Vamberto Freitas não é apenas um ensaísta e crítico literário. Vamberto Freitas é, se me permitem, uma instituição de utilidade pública para a literatura. É-o em particular para as temáticas literárias de matriz açoriana escritas em português e inglês, mas é mais, muito mais do que isso pois, a dimensão da sua obra não se confina à apreciação e, por conseguinte, divulgação dos autores que escrevem nos Açores, sobre os Açores, ou sobre a diáspora açoriana e, mais genericamente sobre a diáspora portuguesa. O seu trabalho e a sua obra não têm fronteiras culturais, nem está eivada de qualquer visão redutora da literatura. (…)


Sobre Lélia Nunes

Lélia Nunes (imagem retirada da Internet)

(...) Mais do que tudo o que a sua nota biográfica nos dá a conhecer sobre o seu percurso académico, cívico e literário, Lélia Nunes integra um grupo de arquitetos das letras que constroem pontes entre as ilhas, ilhas que no princípio apenas eram nove torrões de terra lávica pulverizados no Atlântico Norte,


Mas,

*Já não são nove, as ilhas
A vaga de erupções migrantes
Universalizou a açorianidade
Novas e muitas ilhas despontaram
Unidas pelo culto ao Divino 
Num imenso arquipélago 
De sonhos e saudade

Lélia Nunes transpira paixão pelos Açores e pela cultura açoriana. Lélia Nunes é uma das filhas desse imenso arquipélago de sonhos e saudade unido pelo culto do Divino. (…)

*Excerto de um poema que pode ser lido integralmente aqui

Caloura, 20 de Outubro de 2018

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Faz da FESTA a tua festa

Foto by Aníbal C. Pires



Os palcos e os lugares onde acontece a festa na FESTA situam-se um pouco por todo o lado.





Imagem retirada da Internet




A oferta é diversa e cada um faz da FESTA a sua festa.
O “Palco Arraial” é, apenas, mais um dos palcos onde a FESTA acontece.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Sérgio Godinho - os artistas da FESTA

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Sérgio Godinho está de regresso à FESTA.










Sobre o espetáculo (Sábado, 8 de Setembro, pelas 21h 00, no Palco 25 de Abril) dizem os promotores:
"O «escritor de canções» está de regresso com «Nação Valente», o novo disco e novo espectáculo, que nos traz de volta ao conforto e à inquietação que Sérgio Godinho nos tem proporcionado ao longo da sua carreira. Mas transporta-nos ainda para territórios poéticos e musicais de alguma forma inéditos na obra do cantautor. Às canções que compõem o disco juntar-se-ão outras, menos recentes, das mais e menos conhecidas, e que por certo enriquecerão o retrato desta nação valente. Com Sérgio Godinho estarão Nuno Rafael, Miguel Fevereiro, Nuno Espírito Santo, João Cardoso e Sérgio Nascimento."

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

O Desporto na FESTA



Há música para satisfazer todos os gostos, há ciência, artes plásticas, cinema, teatro, literatura, solidariedade internacional, gastronomia, espaços para a criança e para a juventude e, também há desporto:









- caminhada, corrida, cicloturismo, yoga, sarau de ginástica, desporto adaptado, andebol, basquetebol, futsal, gala de artes marciais, xadrez e até, um roller girls derby.










A FESTA é tudo isto.

A FESTA és tu.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Marta Pereira da Costa - os artistas da FESTA


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Marta Pereira da Costa é a única guitarrista profissional de Fado a nível mundial.

A Marta vai à Festa e está entusiasmada quer com a sua participação. quer ainda com tudo o que a FESTA promete. Veja aqui.

"O que não dizendo tudo, diz muito desta artista distinguida em 2014 pela Fundação Amália Rodrigues com o «Prémio Instrumentista». Além da participação como guitarrista em várias obras discográficas, tem acompanhado nomes como Mariza, Kátia Guerreiro, Camané e Carlos do Carmo. (...)"



"(...) Actuou já em palcos de todo o mundo, onde recebeu o aplauso do público e da crítica, acolhimento que teve também o seu primeiro álbum, em 2016."

domingo, 19 de agosto de 2018

Jorge Palma com Tim e Camané - os artistas da FESTA

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"Jorge Palma sobe este ano ao palco da Festa para apresentar um espectáculo de carreira acompanhado dos seus amigos e convidados Tim e Camané."







"Ao lado do cantautor e compositor e dos dois grandes nomes que convida estarão ainda Pedro Vidal, na direcção musical e guitarras; Vicente Palma, na voz, na guitarra e nas teclas; Nuno Lucas no baixo; e João Correia na bateria."

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Concerto para bébés - os artistas da FESTA

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Então não é que a FESTA até tem um Concerto para Bébés. Sobre este concerto dizem-nos os promotores:




“Sob a batuta de Paulo Lameiro e da companhia musicalmente: o concerto para bébés tem saxofones, clarinetes e berimbaus. Também cavaquinhos e outros sons da terra. Muitas chupetas, sorrisos e olhos de espanto. Viagens por Mozart, Bach e Monteverdi, que embalam avós ao colo dos netos. Um acordeão espreita uma bailarina atrevida. Os cantos não têm palavras, mas estas contam muito pouco das emoções partilhadas entre intérpretes e bebés. Há quem chegue em busca do efeito Mozart ou de uma história musical, encontra um silêncio cheio de sons. Às vezes um pássaro. Há quem entre em palco com vontade de dançar e bater palmas, e surpreende-se com a vontade de contemplar. Os olhos abraçam ouvidos e aninham-se perante aquelas fadas que cantam músicas diferentes. Num ápice, intenso, acabou-se o concerto.”



Mas FESTA tem também, como não poderia deixar de ser, um “Espaço Criança”.
É uma FESTA para todos.

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Aretha Franklin – 1942/2018

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Aretha Franklin, a rainha do Soul foi uma das vozes que marcou uma época de luta pela igualdade de género e pelos direitos civis.
Nos anos 60 gravou alguns temas, de entre os quais Respect que se tornaram hinos da luta das mulheres pela igualdade.

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Sharrie Williams - os artistas da FESTA

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Dizem que é o rosto do Rockin’ Gospel Blues.
Eu diria que Sharrie Williams é pelo um menos um desses rostos.











Sharrie Williams vem dos Estados Unidos para a FESTA


terça-feira, 14 de agosto de 2018

A gastronomia do país e do Mundo na FESTA

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A FESTA tem música, literatura, artes plásticas, cinema, teatro e gastronomia do país e do Mundo.











O País na FESTA onde os emigrantes e os imigrantes também têm o seu espaço próprio e o Espaço Internacional proporcionam aos visitantes uma viagem pela gastronomia das diferentes regiões do país e pelos sabores exóticos de alguns países que se fazem representar na FESTA.

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Estabeleça o seu roteiro gastronómico. Pode começar pelos Açores, dar um saltinho a Castelo Branco e depois passe pelo Vietname e experimente a banana grelhada com coco e amendoim acompanhada com um chá vietnamita. Fica esta sugestão as opções são variadas, difícil é estabelecer o roteiro.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Orquestra Sinfonietta de Lisboa & Coro Sinfónico Lisboa Cantat – os artistas da FESTA

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Um concerto em louvor do Homem.





Esta é a proposta para o concerto de abertura da FESTA AVANTE!
Podem consultar o programa aqui