sábado, 1 de setembro de 2018

Isabella Rossellini - a abrir Setembro

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Isabella Rossellini, sem mais palavras, a abrir o mês de Setembro no momentos.







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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Faz da FESTA a tua festa

Foto by Aníbal C. Pires



Os palcos e os lugares onde acontece a festa na FESTA situam-se um pouco por todo o lado.





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A oferta é diversa e cada um faz da FESTA a sua festa.
O “Palco Arraial” é, apenas, mais um dos palcos onde a FESTA acontece.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Sérgio Godinho - os artistas da FESTA

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Sérgio Godinho está de regresso à FESTA.










Sobre o espetáculo (Sábado, 8 de Setembro, pelas 21h 00, no Palco 25 de Abril) dizem os promotores:
"O «escritor de canções» está de regresso com «Nação Valente», o novo disco e novo espectáculo, que nos traz de volta ao conforto e à inquietação que Sérgio Godinho nos tem proporcionado ao longo da sua carreira. Mas transporta-nos ainda para territórios poéticos e musicais de alguma forma inéditos na obra do cantautor. Às canções que compõem o disco juntar-se-ão outras, menos recentes, das mais e menos conhecidas, e que por certo enriquecerão o retrato desta nação valente. Com Sérgio Godinho estarão Nuno Rafael, Miguel Fevereiro, Nuno Espírito Santo, João Cardoso e Sérgio Nascimento."

sábado, 25 de agosto de 2018

Palavras soltas e um texto de João de Melo para a Adelaide Freitas - crónicas radiofónicas

Adelaide Freitas (imagem retirada da Internet)
Do arquivo das crónicas radiofónicas na 105 FM

Esta crónica foi para a antena a 09 de Junho de 2018 que pode ser ouvida aqui





Palavras soltas e um texto de João de Melo para a Adelaide Freitas

Nas vésperas do dia em que se comemora Portugal, Camões e as Comunidades Portuguesas, mas não só, o dia 10 de Junho é também o dia das Forças Armadas, dia do Anjo Custódio de Portugal, dia da Língua Portuguesa e dia do Cidadão Nacional. Este ano todas estas comemorações são por aqui em Ponta Delgada, assim se eu lhe trouxer este tema para conversar consigo vai aceitar com toda a naturalidade.
Mas não conte com isso, não é por nada de especial, aliás tenho maior respeito pelas instituições, sem ser acrítico, quanto às comunidades e à língua portuguesa reconheço a sua importância e o seu valor enquanto um dos maiores ativos deste pequeno país moldado pela saudade, mas também pelo saudosismo de um passado não muito longínquo que, ainda hoje, continua a influenciar uma certa forma de ser português. E por aqui me fico.
Espere, espere. Fico por aqui quanto a uma certa forma de ser português e ao desperdício que Portugal faz destes ativos, a diáspora e a língua mãe, mas consigo vou continuar mais alguns minutos, não muitos, pode ficar que não vai ter tempo de se entediar pois, como já percebeu o assunto esgotou-se e, quando assim acontece não só o tempo voa, como as palavras se aligeiram para acompanhar o voo do tempo. Não será bem assim, mas fique comigo mais uns minutos que quero partilhar consigo um texto de João de Melo para a Adelaide Freitas.
A língua portuguesa por cá comemorou-se na passada quinta-feira, com a apresentação do recente romance de Joel Neto, Meridiano 28. Por cá a língua de Camões e Pessoa cultiva-se não necessita de dia, nem de calendário, Acontece naturalmente.
A apresentação do livro de Joel Neto em Ponta Delgada coincidiu com o dia do funeral de Adelaide Freitas, que também assinou como Adelaide Baptista. Uma mulher que no seu tempo, um tempo predominantemente masculino, se afirmou na academia, na política e na literatura, como disse Urbano Bettencourt numa singela homenagem à Adelaide que precedeu a apresentação do romance do Joel Neto.
Para prestar a minha homenagem à Adelaide vou socorrer-me do texto que João de Melo publicou no passado dia 7 de Junho a propósito desta última viagem da sua conterrânea e companheira das letras.

João de Melo (imagem retirada da Internet)
“E então ela, linda como sempre, com o mesmo sorriso da infância, o mesmo cabelo de ouro velho de quando a sentavam a meu lado, na mesma carteira da escola primária da Achadinha, chegou e disse: "Olá, João, sou a Adelaide, lembras-te de mim?". Ocorreu-me tudo de repente: estávamos em 1958 e em 1983 ao mesmo tempo. Ela continuava uma menina, mas trazia agora consigo um exemplar de "O Meu Mundo Não é Deste Reino" para eu autografar. Antes e depois, cobriu-me de honras, sorrisos, elogios, palavras de professora de literatura. Nunca mais deixámos de comungar de uma infância eterna e de uma ideia de literatura com os outros, para o mundo.
Agora, Adelaide está de volta à Achadinha, desta vez para não mais regressar à cidade, levada pela mão segura de Vamberto Freitas, com uma história de amor pelo meio e esta tragédia da morte para sempre e nunca. Porque será que o dia de hoje amanheceu tão triste em Lisboa, cinzento escuro e húmido de lágrimas, com esta brisa salgada de mar, com tão invisíveis cordas de luto a amarrar-nos o coração? Venha de lá, querida Adelaide, esse teu "Sorriso Dentro da Noite"! Que ele nos ilumine um pouco este dia da tua morte - e não se lhe sobreponha este sentimento de estarmos todos tão sós, sem o amparo da tua voz, sem a certeza suave da tua presença em nós.”
João de Melo

Volto no próximo sábado, assim o espero.
Até lá,
Fique bem.

Aníbal C. Pires, Ponta Delgada, 09 de Junho de 2018

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

O Desporto na FESTA



Há música para satisfazer todos os gostos, há ciência, artes plásticas, cinema, teatro, literatura, solidariedade internacional, gastronomia, espaços para a criança e para a juventude e, também há desporto:









- caminhada, corrida, cicloturismo, yoga, sarau de ginástica, desporto adaptado, andebol, basquetebol, futsal, gala de artes marciais, xadrez e até, um roller girls derby.










A FESTA é tudo isto.

A FESTA és tu.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Marta Pereira da Costa - os artistas da FESTA


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Marta Pereira da Costa é a única guitarrista profissional de Fado a nível mundial.

A Marta vai à Festa e está entusiasmada quer com a sua participação. quer ainda com tudo o que a FESTA promete. Veja aqui.

"O que não dizendo tudo, diz muito desta artista distinguida em 2014 pela Fundação Amália Rodrigues com o «Prémio Instrumentista». Além da participação como guitarrista em várias obras discográficas, tem acompanhado nomes como Mariza, Kátia Guerreiro, Camané e Carlos do Carmo. (...)"



"(...) Actuou já em palcos de todo o mundo, onde recebeu o aplauso do público e da crítica, acolhimento que teve também o seu primeiro álbum, em 2016."

domingo, 19 de agosto de 2018

Jorge Palma com Tim e Camané - os artistas da FESTA

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"Jorge Palma sobe este ano ao palco da Festa para apresentar um espectáculo de carreira acompanhado dos seus amigos e convidados Tim e Camané."







"Ao lado do cantautor e compositor e dos dois grandes nomes que convida estarão ainda Pedro Vidal, na direcção musical e guitarras; Vicente Palma, na voz, na guitarra e nas teclas; Nuno Lucas no baixo; e João Correia na bateria."

sábado, 18 de agosto de 2018

Autonomia na Educação, onde estás que não te encontro - crónicas radiofónicas

Foto by Aníbal C. Pires



Do arquivo das crónicas radiofónicas na 105 FM

Esta crónica foi para a antena a 02 de Junho de 2018 que pode ser ouvida aqui






Autonomia na Educação, onde estás que não te encontro

Foto by Aníbal C. Pires
Eis-nos chegados a Junho. Para uma parte significativa da população é mais um ano que está a chegar ao fim, é a perspetiva de poder retemperar forças à beira mar, na frescura dos campos, ou com a viagem sonhada e há muito adiada. Talvez seja este ano, mesmo sem aumento salarial. Liquidez só para a banca, para os encargos com a dívida, e para financiar o ensino e a saúde, privados. Sim porque é necessário demonstrar que o serviço público de saúde não funciona, ou funciona assim assim e, que a Escola Pública, por ser para todos, não tem qualidade.
A população a que me estou a referir, como percebeu, são os educadores e professores, mas também os jovens alunos que por esta altura concluem, com mais ou menos sucesso uma etapa das suas vidas. Não, a malta não vai já de férias, isso só vai acontecer mais lá para o fim de Julho, para que o regresso para um novo ciclo tenha lugar nos últimos dias de Agosto, de modo a que no primeiro dia de Setembro as escolas voltem a encher-se de educadores e professores a preparar a receção aos alunos e um novo ano escolar.
Até lá, até às tais férias, são as avaliações a formação e a absorção das alterações com que a tutela da educação anualmente brinda os educadores e professores, provocando instabilidade no sistema, até porque ninguém percebe como aparecem as sucessivas alterações. E ninguém percebe porque não resultam de nenhum processo de avaliação. As respostas da administração educativa regional e central aos crónicos problemas do sistema educativo, surgem como réplicas sem consistência e, sobretudo atulham as escolas e os docentes de lugares comuns, aliás as novidades da tutela constituem-se, em alguns casos, como antigas práticas da Escola Pública que a tutela, entretanto cerceou, e com a prática didática e pedagógica que alguns professores, embora à revelia das orientações oficiais, nunca abandonaram.
O ensino na Região continua à deriva, não existe pensamento crítico e a tutela adotou uma posição de seguidismo em relação às orientações que emanam do Ministério da Educação. Nem sequer se dão ao trabalho de alterar o timbre dos documentos.

Foto by Aníbal C. Pires
Não foi o primeiro ano que aconteceu, mas este ano repetiu-se e alargou-se o âmbito. Provas de aferição a meio dos ciclos de ensino e, no caso do 1º Ciclo do Ensino Básico em áreas disciplinares como sejam as expressões que, todos o sabemos, não são objeto, por razões óbvias, de grande atenção pelos professores titulares. Por outro lado, o ensino básico está estruturado por ciclos de ensino o que significa que qualquer tentativa de aferir conhecimentos, seja no 2º ano do primeiro ciclo, seja no 5.º ano do segundo ciclo, ou como está previsto para 2018/2019, no 8.º ano do 3.º ciclo é um paradoxo e só pode estar condenado ao fracasso. Os resultados obtidos não têm qualquer validade científica, no entanto alocaram-se recursos humanos e financeiros a esta farsa que um qualquer gabinete em Lisboa resolveu criar, talvez para justificar a sua própria existência, o que digamos é muito pouco e, sobretudo, não serve para nada.
Interessante mesmo é que em simultâneo se está a preparar a introdução de uma nova experiência pedagógica que tem como principal objetivo a flexibilização curricular no ensino básico, como se isto fosse alguma novidade e a própria autonomia das escolas não o permitisse. Ou melhor não o permite porque a tutela aderiu e impôs às Escolas a uniformização, aliás ainda estou para ver como é que a Secretaria Regional da Educação vai conciliar dois princípios que não são compagináveis.
Sei que este assunto não é do domínio comum, mas deveria interessar a todos afinal estamos a falar do sistema de ensino, estamos a falar do futuro.

Volto no próximo sábado, assim o espero.
Até lá,
Fique bem.

Aníbal C. Pires, Ponta Delgada, 02 de Junho de 2018

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Concerto para bébés - os artistas da FESTA

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Então não é que a FESTA até tem um Concerto para Bébés. Sobre este concerto dizem-nos os promotores:




“Sob a batuta de Paulo Lameiro e da companhia musicalmente: o concerto para bébés tem saxofones, clarinetes e berimbaus. Também cavaquinhos e outros sons da terra. Muitas chupetas, sorrisos e olhos de espanto. Viagens por Mozart, Bach e Monteverdi, que embalam avós ao colo dos netos. Um acordeão espreita uma bailarina atrevida. Os cantos não têm palavras, mas estas contam muito pouco das emoções partilhadas entre intérpretes e bebés. Há quem chegue em busca do efeito Mozart ou de uma história musical, encontra um silêncio cheio de sons. Às vezes um pássaro. Há quem entre em palco com vontade de dançar e bater palmas, e surpreende-se com a vontade de contemplar. Os olhos abraçam ouvidos e aninham-se perante aquelas fadas que cantam músicas diferentes. Num ápice, intenso, acabou-se o concerto.”



Mas FESTA tem também, como não poderia deixar de ser, um “Espaço Criança”.
É uma FESTA para todos.

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Aretha Franklin – 1942/2018

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Aretha Franklin, a rainha do Soul foi uma das vozes que marcou uma época de luta pela igualdade de género e pelos direitos civis.
Nos anos 60 gravou alguns temas, de entre os quais Respect que se tornaram hinos da luta das mulheres pela igualdade.