Adicionei um novo blogue às minhas referências da blogosfera.
A partir de hoje "sem punhos de renda" faz parte da coluna "outras viagens... outros olhares".
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Aminetou Haidar em Lisboa
A Reitoria da Universidade de Lisboa promove um debate com Aminettou Haidar, amanhã 4.ª feira - 10 de Novembro de 2010, no Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa .
O Conselho Português para a Paz e Cooperação apela à participação no debate promovido pela Reitoria da Universidade de Lisboa com a presença de Aminettou Haidar, activista saharaui dos direitos humanos.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Greve Geral - 7 - Não arranjem desculpas
Dia 24 de Novembro não arranjem desculpas e vão à luta.
Para iniciar a semana os "Deolinda" e o tema "Movimento Perpétuo Associativo".
domingo, 7 de novembro de 2010
Distinção - Escritores Virtuais
O "Navegador Solidário" distinguiu o "momentos" com o selo "Escritores Virtuais".
Registo este reconhecimento público e agradeço a distinção. Oportunamente darei conta da lista de blogues a quem o "momentos" vai atribuir esta distinção.
Registo este reconhecimento público e agradeço a distinção. Oportunamente darei conta da lista de blogues a quem o "momentos" vai atribuir esta distinção.
sábado, 6 de novembro de 2010
Ícone dos anos 60
Jane Birkin, nasceu em Londres a 14 de Dezembro de 1946 e fez furor como actriz e cantora nos anos 60.
É um dos ícones da minha geração e passou recentemente no “momentos” com esta canção.
Hoje ficam duas fotos “surripiadas” do blogue “E Deus Criou a Mulher”.
É um dos ícones da minha geração e passou recentemente no “momentos” com esta canção.
Hoje ficam duas fotos “surripiadas” do blogue “E Deus Criou a Mulher”.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Leonard Cohen para esta tarde
Ao fim das audições parlamentares aos membros do Governo Regional no âmbito do Plano e Orçamento para 2011.
Sem mais palavras Leonard Cohen
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Uma mulher na presidência
Dilma Rousseff, uma mulher na Presidência do Brasil. No caso brasileiro a primeira mulher a ocupar o cargo o que, em si mesmo, já é motivo de interesse pois apesar da igualdade de género consagrada legalmente estamos, no Brasil e na generalidade dos países ocidentais, muito longe da igualdade de facto, aliás a lei da paridade é, ao fim e ao cabo, o reconhecimento de que é necessária uma ajuda extra para garantir que as mulheres participem em igualdade com os homens na vida política. Mas não é tanto pelas questões de género que trouxe Dilma Rousseff para esta reflexão e partilha semanal com os leitores, embora a eleição de uma mulher para um tão alto cargo seja sempre um passo mais a caminho da tão almejada igualdade de género, a presidente eleita do Brasil é uma mulher mas, não é uma mulher qualquer, quer pelo seu passado de luta, quer pelo projecto político que herdou de Lula da Silva e que a partir de Janeiro de 2011 vai protagonizar mas, sobretudo por aquilo que pode trazer de novo à caminhada iniciada há 10 anos pelo operário que se tornou Presidente da República Federativa do Brasil.
Lula da Silva transformou o Brasil num país mais justo mas onde ainda subsistem profundas assimetrias sociais e económicas, impôs respeito ao vizinho do Norte e cooperou com os vizinhos do Sul, afirmou-se na cena internacional, não só como uma potência económica, mas também como um activo parceiro promotor da paz e da cooperação.
A sua sucessora herda um importante e reconhecido património político com o qual está comprometida e que conhece muito bem pois fez parte da equipa que o concebeu e concretizou mas, considerando o seu primeiro discurso, após a eleição, Dilma parece querer ir para além da mera gestão da sua herança política. Não é despiciente que a presidente eleita tenha referido no seu discurso de vitória que assumia como prioridade a erradicação da miséria e que contava com o envolvimento dos movimentos sociais para atingir esse objectivo.
As palavras de Dilma não deixam dúvidas quanto aos contornos do compromisso ao afirmar: “Ressalto, entretanto, que essa ambiciosa meta não será realizada apenas pela vontade do Governo. Essa meta é um chamado à nação. É preciso o apoio de todos para superar esse abismo que nos separa de ser uma nação desenvolvida”.
Se este compromisso comprova que Dilma pretende aprofundar o projecto político que tem vindo a transformar o Brasil, o facto de convocar os movimentos sociais demonstra, por outro lado, que tem a profunda consciência das dificuldades que vai enfrentar e da necessidade de manter alianças com as forças políticas e sociais que podem cooperar com o seu governo para a auxiliar a cumprir o compromisso assumido.
Dilma Rousseff tem noção que a atitude expectante que os movimentos sociais adoptaram após a primeira eleição de Lula, aguardando que o governo respondesse positivamente aos compromissos, dificultou a acção governativa que naturalmente se viu a braços com pressões da classe dominante.
O sucesso de Dilma depende, assim, da mobilização e da pressão política permanente dos movimentos sociais e foi isso, justamente, que a presidente eleita pediu, desde logo, às forças políticas e sociais que a apoiaram na campanha eleitoral, mas também a todos os brasileiros que estão dispostos a aprofundar as importantes mudanças sociais e económicas que se verificaram na última década e que constituem directa e indirectamente uma imensa maioria.
Ponta Delgada, 01 de Novembro de 2010
Aníbal C. Pires, In Diário Insular, 03 de Novembro de 2010, Angra do Heroísmo
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Em 2004
O hábito de guardar revistas e jornais perdi-o à velocidade com que a internet se foi substituindo ao suporte físico dos documentos e disponibilizando informação de arquivo. Um destes dias na limpeza do antigo “arquivo” feita com o intuito de conseguir mais espaço e uma gestão mais adequada do que vou guardando deparei com um título que fazia a capa de uma revista de informação generalista, publicada em Setembro de 2004 mas, de uma actualidade pungente – “Ataque à classe média”. O subtítulo explicava no que consistia essa investida – “Na saúde, educação, transportes, combustíveis, benefícios fiscais… As famílias portuguesas são cada vez mais sacrificadas.”
Folheei, a dita revista, e alguns dos textos de informação e opinião podiam muito bem ser publicados em Outubro e Novembro de 2010 que ninguém daria pelo facto, tais são as semelhanças nos argumentos, prós e contras, para debelar a situação económica e financeira que na altura se vivia e que na actualidade se mantém. A diferença reside no facto de em 2004 o governo ser da responsabilidade do PSD e, em 2010 essa responsabilidade caber ao PS, se é que se pode considerar esse facto como uma desconformidade.
A proletarização dos trabalhadores – do sector privado e do sector público - com o consequente empobrecimento da generalidade das famílias é um processo que vem de longe e, é bom que o recordemos, trata-se de um procedimento que tem sido conduzido alternadamente pelo PSD e pelo PS, partidos que com ou sem o CDS/PP tem vindo a governar Portugal há 34 anos com os resultados que estão à vista de todos: endividamento e dependência externa crescentes, desmantelamento do sector produtivo e terciarização da economia, transferência de competências do Estado para entidades públicas de direito privado, entidades reguladoras, estabelecimento de parcerias público privadas, privatização dos sectores sociais, isto tudo em nome da modernização, da competitividade e da globalização dos mercados, ou seja, de conceitos míticos fabricados e postos em prática desde o início da década de 70 do século XX e que visam tão-somente a redução dos Estados ao mínimo essencial, sendo que esse modelo de Estado básico serviria apenas como moderador social das bizarrias do mercado e se limitaria a actuar politicamente em áreas como a defesa, a justiça, a segurança interna, as finanças e as relações externas e, ainda assim com algumas franjas destas competências entregues ao sector privado.
O resultado disto está há vista de todos. O país está a braços com um grave problema que, sendo financeiro, é sobretudo económico. Porém as soluções são retiradas do antigo cardápio: redução da despesa pública à custa dos salários, do congelamento das pensões e das prestações sociais, aumento da receita por via do aumento da tributação fiscal sobre o consumo (IVA) e sobre os rendimentos (IRS).
De fora ficam as soluções que, certamente, podem e devem reduzir a despesa e aumentar a receita, diminuindo no acessório e tributando quem deveria ser colectado, soluções que passem pela revitalização da economia nacional, designadamente pelos sectores produtivo e da transformação, reduzindo a dependência externa e produzindo riqueza o que, naturalmente aumentaria a receita pública.
Julgo que ninguém tem dúvidas que uma economia forte está menos exposta às conjunturas externas desfavoráveis e logo menos permeável à especulação financeira.
Ponta Delgada, 01 de Novembro de 2010
Aníbal C. Pires, In A União, 02 de Novembro de 2010, Angra do Heroísmo
Greve Geral - 6 - A juntar a outra razões
Há muitos motivos para lutar e manifestar o descontentamento face ao regabofe em que se tornou estes país.
Isto, no conjunto do despesismo, são amendoins mas... tudo somadinho a outros aspectos constitui-se em mais um motivo para aderir à Greve Geral de 24 de Novembro.
Isto, no conjunto do despesismo, são amendoins mas... tudo somadinho a outros aspectos constitui-se em mais um motivo para aderir à Greve Geral de 24 de Novembro.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Dilma na Presidência
As eleições brasileiras deram a vitória a Dilma Rousseff.
Veja aqui algumas informações e opiniões sobre a vitória de Dilma.
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