sábado, 29 de abril de 2017

das manhãs amarguradas

Foto by Madalena Pires






Fragmento de um texto em construção
















(...) Amargurado procuro o silêncio.
E vou de encontro ao sossego do vento, ao clamor da terra, ao som da água que corre no riacho, ao crepitar da fogueira. Despojo-me da impermeabilidade urbana, entrego-me e, a osmose acontece. Somos agora um só elemento. 
E acontece a viagem. 
A harmonia da fusão do corpo com o espírito e a mãe Terra. 
Os tormentos calam-se. 
A serenidade chega, instala-se.
Enfim, respiro a liberdade. (...)


Aníbal C. Pires, Ponta Delgada, 08 de Fevereiro de 2016

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