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Foto by Aníbal C. Pires |
Excerto de texto a publicar na imprensa regional e aqui, neste blogue.
(...) Quanto à indispensabilidade da mulher é assunto que não tem discussão, o mesmo já não podemos dizer do homem. O homem é (ou pode ser) dispensável. São os escritos sagrados que fazem a doutrina no mundo cristão que o sugerem ao aceitarem que Jesus foi concebido sem a intervenção do homem. José Saramago no “Memorial do Convento” aborda a questão da indispensabilidade da mulher desta forma, “(…) porque a outra, e tão falada, incorpórea fecundação, foi uma vez sem exemplo, só para que se ficasse a saber que Deus, quando quer, não precisa de homens, embora não possa dispensar-se de mulheres. (…)”. Estamos, pois, conversados sobre este assunto querida(s) amiga(s).
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