Quase há uma semana na cidade da Horta e ainda não houve um momento para que esta imagem se transformasse numa agradável realidade.

O tradicional “gin do Peter” tem sido, para já e apenas, uma miragem.
Uma ilusão alimentada pelo desejo, diria mesmo pela necessidade de alguma descompressão e descontracção naquele espaço mítico onde se cruzam estórias de um Mundo que é mar mais do que terra.
Estórias que alimentam o porvir numa construção permanente de utopias, incontornavelmente, concebidas à volta desse imenso oceano de sonhos e oportunidades e… quantas e quantas vezes sustentadas pelas propriedades do seu fabuloso e lendário “gin”.
Uma ilusão alimentada pelo desejo, diria mesmo pela necessidade de alguma descompressão e descontracção naquele espaço mítico onde se cruzam estórias de um Mundo que é mar mais do que terra.
Estórias que alimentam o porvir numa construção permanente de utopias, incontornavelmente, concebidas à volta desse imenso oceano de sonhos e oportunidades e… quantas e quantas vezes sustentadas pelas propriedades do seu fabuloso e lendário “gin”.
1 comentário:
O meu é com muito gelo, por favor.
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